Vovó me leve pra casa…
julho 29, 2009
Hoje vi uma cena bem bacana. Uma cena não… Uma pessoa. Vi uma cara com uma camiseta do Kurt Cobain, uma daquelas todas estampada com a foto dele segurando uma guitarra.
Pra maioria dos que lêem, com certeza, devem me estar achando uma idiota. Porém a camiseta era uma daquelas que a gente usava na metade da década de 1990, porque achava maneiro ou porque era fã mesmo do Nirvana.
Pra quem assistiu a minisérie SOM & FÚRIA na Rede Globo e é uma fã incondicional dos caras de Seattle, uma comparação com tudo que o Nirvana representa pra mim e pra uma boa galera da minha geração não seria melhor. O Som… A Fúria… Tudo que o Nirvana mantém vivo. Mesmo anos depois da morte de seu coração (Kurt) o Nirvana ainda consegue conquistar novos e apaixonados fãs. O garoto não deveria ter mais de 18 anos. E ainda estava deixando o cabelo crescer, tinha uma calça meio surrada e o velho All Star no pé… Como nos vestíamos uns 17 anos atrás mais ou menos.
Comprei o disco In Utero em uma fita K7 pirata no centro de São Paulo logo que foi lançado. Hoje guardo todos os discos da banda e ainda baixei outras raridades via internet. Preciso achar meu Umplugged em vinil que não vejo há tempos. Tenho alguns shows e entrevistas. Além da Rolling Stone (Edição Especial) sobre a vida e morte de Kurt Cobain. Mas aquele cidadão no centro de Osasco é um verdadeiro representante dos ‘grunges’! Amostra viva da força do som que começou em Seattle ainda nos anos 1980 e continua conquistando os mais jovens.
O 5 de Abril de 1994 foi mais cinza. Mas, naquele dia morreu o homem e nasceu o mito. Nasceu o Som e a Fúria que viriam ecoar 15 anos mais tarde.
Vida longa ao Grunge! Vida longa ao que querem manter vivo o Som e a Fúria do Nirvana.
Abraço!