Hoje vi uma cena bem bacana. Uma cena não… Uma pessoa. Vi uma cara com uma camiseta do Kurt Cobain, uma daquelas todas estampada com a foto dele segurando uma guitarra.

Pra maioria dos que lêem, com certeza, devem me estar achando uma idiota. Porém a camiseta era uma daquelas que a gente usava na metade da década de 1990, porque achava maneiro ou porque era fã mesmo do Nirvana.

Pra quem assistiu a minisérie SOM & FÚRIA na Rede Globo e é uma fã incondicional dos caras de Seattle, uma comparação com tudo que o Nirvana representa pra mim e pra uma boa galera da minha geração não seria melhor. O Som… A Fúria… Tudo que o Nirvana mantém vivo. Mesmo anos depois da morte de seu coração (Kurt) o Nirvana ainda consegue conquistar novos e apaixonados fãs. O garoto não deveria ter mais de 18 anos. E ainda estava deixando o cabelo crescer, tinha uma calça meio surrada e o velho All Star no pé… Como nos vestíamos uns 17 anos atrás mais ou menos.

Comprei o disco In Utero em uma fita K7 pirata no centro de São Paulo logo que foi lançado. Hoje guardo todos os discos da banda e ainda baixei outras raridades via internet. Preciso achar meu Umplugged em vinil que não vejo há tempos. Tenho alguns shows e entrevistas. Além da Rolling Stone (Edição Especial) sobre a vida e morte de Kurt Cobain. Mas aquele cidadão no centro de Osasco é um verdadeiro representante dos ‘grunges’! Amostra viva da força do som que começou em Seattle ainda nos anos 1980 e continua conquistando os mais jovens.

O 5 de Abril de 1994 foi mais cinza. Mas, naquele dia morreu o homem e nasceu o mito. Nasceu o Som e a Fúria que viriam ecoar 15 anos mais tarde.

Vida longa ao Grunge! Vida longa ao que querem manter vivo o Som e a Fúria do Nirvana.

Abraço!

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